Entre vagões

Egos

Técnica
Pintura

Materiais
acrílica sobre tecido

Dimensões
3 m x 0,50 m

Ano
2026

Tiragem
unica

Texto descritivo
enviado em PDF

Texto conceitual
A obra explora as dinâmicas de confinamento e as potências que emergem no transporte
coletivo urbano, como o metrô de São Paulo, um ambiente que mescla repressão e
resiliência. No vagão retratado, uma pessoa está espremida.
Otrabalho reflete sobre o conceito dos “plimorfos”, formas em constante adaptação que
simbolizam as transformações dos corpos e comportamentos em resposta às pressões do
espaço urbano. Mesmo com a repressão e as restrições de
movimento, o espaço do metrô é palco de inúmeras existências e histórias que coexistem e
resistem. A cidade, longe de ser apenas um ambiente opressor, é vivificada pelas
possibilidades de adaptação e interação, que se manifestam até mesmo em ambientes de
sufocamento e aparente rigidez. É uma investigação da cidade como organismo
multifacetado, onde a presença e a prática humana reinventam e desafiam suas fronteiras.

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